
Eu que tanto desdenhei da fé. Essa fé que nos move todos os dias. Que nos faz levantar da cama, ir trabalhar e deitar novamente. No subir e descer de degraus. Nesse barulho incessante de impressoras, toques de telefones e conversas cortadas. Enquanto nossos corpos trabalham como máquinas numa linha de montagem, nós seguimos com fé. Fé que um dia o dia mude.
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