quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A Fé


Eu que tanto desdenhei da fé. Essa fé que  nos move todos os dias. Que nos faz  levantar da cama, ir trabalhar e deitar novamente. No subir e descer de degraus. Nesse barulho incessante de impressoras, toques de telefones e conversas cortadas. Enquanto nossos corpos trabalham como máquinas numa linha de montagem, nós seguimos com fé. Fé que um dia o dia mude. 

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